6 de março de 2009

Hi, stranger! Ou um post quase non-sense.




Se alguém me dissesse que você pode passar 5 anos bem junto de uma pessoa e não conhecer partes essenciais de quem ela é, eu diria: “tá brincando, né?”. Talvez eu tivesse dito isso há alguns anos, mas temo afirmar que agora eu acredito em qualquer coisa que me digam que envolvam comportamentos. Especialmente quando potencializados por supra-citados 5 anos. Pode ser que a pessoa que você conheceu e fez entrar na sua vida não exista mais, já que (considerando que isso realmente exista) as pessoas mudam.

Mas você imaginaria que quase ano ou muitos meses ou ainda vários anos depois os envolvidos tenham tomado rumos distintos, “cada um com seu cada um” e superado o que quer que seja que acabou em termos amigáveis. Não. Pode ser que não apenas uma das partes não tenha superado coisa nenhuma e decida seguir a outra parte por onde quer que ela esteja como ainda culpe essa outra parte eternamente por sua infelicidade. Pode ser que o stalker fique ali, sem que a pessoa nunca chegue a desconfiar ou sentir sua presença, só na iminência da possibilidade de um sorriso. Que nem seja seu.

Em alguns momentos fico na beira de querer acreditar na alegria de viver que seria a possibilidade de apagar pessoas da mente, da história. Um “brilho eterno”, a liberdade de não se prender a nada e não dever sua existência a ninguém. Principalmente se essa for uma existência sugada pela prisão do que poderia ter sido. E do que foi. Ou do que foi e oh, quantas coisas, quantas vidas poderia ter sido!. Também daquela grande possibilidade de não mais ser coadjuvante.

Mas ah, que graça teria? Desde que a perseguição não represente a possibilidade de um crime, tá bom. Ainda não consegui ver alguma boa solução pra esquecer um grande amor. Ou algo menos dramático que isso.

8 comentários:

Patricia Serenini disse...

Maaaari,

Não desapareça mais!!!
Olha só o que você faz quando volta..
You rock the house.
You kick ass.

Amei, amei, amei.

E não sendo você a broken-hearted one, você está quase um Chico aí, falando na primeira pessoa sem estar vivendo aquilo, falando na primeira pessoa e não falando mas parecendo que falou, ai, sei lá...

Um comment quase nonsense.

Beijos, dear!

Verônica Soares disse...

Que bonito!
Quero conhecer mais desse lado seu!

Laila Hallack disse...

Tão verdade esse seu post nem tão nonsense!

Adorei! Continue postando, seu blog tá uma delícia de ler, hihi.

Saudades imensas.

Verônica Soares disse...

Ficou tão mais bonito assim!!!

Anônimo disse...

Lindooooo

Rachel disse...

Belo bem belo... Mas me deixou até meio melancólica, mas sim pela suspeita de saber que você, minha linda e querida cunhadinha, pode não ser cunhadinha, mais?!! Não sei, oh oh oh.....Visnu! Acho que tem um representante dos Pulicidae atrás da minha orelha. Bem, mas fica assim, linda e queridinha para sempre.

Viu, cunhadinha!!!

Amo muito você

Helder disse...

VC escreve. Q máximo!
vou dar umas passadas aki qdo der.
Td bem contigo?
Bjs!

Anônimo disse...

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